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Mostrando postagens com o rótulo MEIO AMBIENTE

Flamingos com cor mais intensa brigam mais por comida, aponta estudo

Pesquisa inglesa mostrou que as aves mais rosadas criadas em cativeiro têm mais energia para disputar alimentos. Entenda essa história Um novo estudo da Universidade de Exeter e do WWT Slimbridge Wetland Center, ambos na Inglaterra, mostra que quanto mais forte a cor de um flamingo, mais agressivo o animal pode ser na hora de comer. A pesquisa foi publicada nesta segunda-feira (8) na revista científica Ethology.   Os flamingos vivem em bandos e sua coloração vem da alimentação rica em carotenoides,   substâncias naturais que dão cor a uma série de frutas e verduras e também a algas e camarões, dos quais os flamingos se alimentam. Por isso, uma cor mais intensa indica que o animal está saudável e pronto para se reproduzir. "Um flamingo saudável, que é um alimentador eficiente - demonstrado por suas penas coloridas - terá mais tempo e energia para ser agressivo e dominante ao se alimentar", explica Paul Rose, da Universidade de Exeter, em nota.   Rose estudou o co...

Microplásticos e aquecimento dos oceanos altera dieta de corais, alerta estudo

Pesquisadores dos EUA analisam consequência do aquecimento dos oceanos combinados com a contaminação por pedaços minúsculos de plástico. Você já deve ter ouvido falar de microplásticos – pedaços microcópicos de plásticos que são resultado da degradação de diversos materiais: garrafas, sacolas e até itens não tão óbvios, como roupas sintéticas, cosméticos e pneus. Grande parte dessas partículas poluentes vai parar no oceano (e eventualmente até mesmo na água que você bebe). Uma vez no mar, os microplásticos acabam entrando no cardápio de diversas espécies marinhas, como os corais Não bastasse a gravidade dessa situação, as mudanças climáticas contribuem para piorar ainda mais a qualidade de vida desses seres. Por si só, o aumento da temperatura dos oceanos pode ser mortal para esses animais, já que a água mais quente pode fazer com que eles fiquem "estressados" e não consigam mais interagir com as algas simbióticas que fornecem energia para sua sobrevivência. C...

Pesquisadores encontram nova espécie de sagui brasileiro

O sagui-dos-Munduruku pode ser encontrado no sul da Amazônia Chamada de sagui-dos-Munduruku, uma nova espécie de sagui foi descoberta no Brasil. O nome é uma homenagem aos indígenas Munduruku e faz referência à distribuição geográfica da espécie, endêmica do sul da Amazônia. Além disso, serve como um aviso de que as florestas das quais ambos bichos dependem estão sofrendo ameaças. “Aproximadamente metade da área de distribuição dos saguis cai dentro das terras dos Munduruku”, disse Rodrigo Araújo, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e Universidade Federal do Amazonas e responsável pela descoberta. Em entrevista ao G1, Araújo contou como encontrou o animal, pertencente ao gênero Mico. “Logo que observei com binóculos percebi que eles eram diferentes e que poderiam ser uma espécie nova. Os rabos deles eram totalmente brancos, e esta é uma condição muito incomum em primatas na América do Sul.” O pesquisador teve o seu primeiro encontro com um gru...

Fóssil muito bem preservado mostra cardume de 50 milhões de anos

Pesquisadores acreditam que peixes morreram após a queda de uma duna de areia, mas ainda não se sabe o que os preservou tão bem Um fóssil descoberto na Formação Green River, nos Estados Unidos, de cerca de 50 milhões de anos atrás, mostra os momentos finais de vida de um cardume de peixes de uma espécie já extinta, aErismatopterus levatus. Acredita-se que os animais morreram após a queda de uma duna de areia, que os matou em segundos. O fóssil mostra restos de pelo menos 259 peixes e foi analisado por um time de cientistas da Universidade Estadual do Arizona e do Mizuta Memorial Museum, no Japão. Eles conseguiram entender melhor o comportamento dessa espécie ancestral, embora não saibam direito o que causou a preservação dos peixes. “Mesmo que ainda não seja claro como a estrutura do cardume foi preservada no fóssil, esses achados indicam que os peixes têm formado cardumes ao combinarem regras de comportamentos simples desde o período Eoceno”, escreveram os autores do...

Geólogos descobrem “corredor de gelo” que existiu entre Namíbia e Brasil

Formações rochosas vulcânicas datam de 300 milhões de anos atrás Pesquisadores da Universidade da Virgínia Ocidental, nos Estados Unidos, afirmam ter descoberto formações de rochas vulcânicas que ligaram a Namíbia ao Brasil. O estudo foi publicado na revista científicaPLOS One. A hipótese dos cientistas é a de que blocos de gelo passavam pela formação rochosa na Namíbia, no continente africano, em direção ao Brasil. Isso teria acontecido há aproximadamente 300 milhões de anos, quando a disposição dos continentes e o clima eram diferentes do que conhecemos atualmente. A descoberta aconteceu durante uma expedição dos geólogos Graham Andrews e Sarah Brown. A indicação de que havia geleiras na Namíbia surpreendeu os pesquisadores, já que a região é conhecida, principalmente, pelo seu clima seco e paisagem desértica. "Percebemos rapidamente o que estávamos vendo porque crescemos em áreas do mundo que estiveram sob as geleiras — eu na Irlanda do Norte e Sarah no no...

Geleiras de ilha do Ártico atingem o menor tamanho já visto na história humana

“O aquecimento do último século foi suficiente para reduzir as calotas de gelo a dimensões similares às de 115 mil anos atrás”, diz cientista. AS GELEIRAS DA Ilha de Baffin, abundantes no Ártico canadense, estão diminuindo com o aquecimento climático. Com o derretimento e recuo, essas geleiras expuseram fragmentos de plantas antigas — congeladas nos pontos exatos onde antes cresceram — que não viam a luz do sol há pelo menos 40 mil anos, sugere uma nova pesquisa publicada na revista científica Nature Communications. “O aquecimento do último século foi suficiente para reduzir as calotas de gelo a dimensões similares às de 115 mil anos atrás”, afirma Simon Pendleton, cientista do clima da Universidade de Colorado, em Boulder, autor principal do estudo. O Norte quente O planeta inteiro vem aquecendo desde que o homem começou a inundar a atmosfera com gases de efeito estufa no início da Revolução Industrial. Porém o efeito não se espalha por igual. Algumas regiõe...

Queda no número de insetos ameaça causar “colapso na natureza”

Cerca de 40% das espécies de insetos estão ameaçadas de extinção. E isso pode ter consequências sérias para o ecossistema Insetos são, de longe, os animais mais comuns do planeta. Mais de 1,5 milhão de espécies de insetos já foram catalogadas – três vezes mais do que o número de espécies de outros animais somadas. E esse total está longe de representar todos os insetos que, de fato, existem na natureza, mas nunca foram estudados. Essa abundância pode parecer inabalável – mas está seriamente ameaçada. De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Sydney e da Academia Chinesa de Ciências Agrárias (CAAS), os insetos estão perigosamente caminhando para a extinção, o que pode levar a um “colapso catastrófico dos ecossistemas da natureza”. Para chegar a essas conclusões alarmantes, os cientistas analisaram 73 pesquisas de longo prazo sobre o declínio de insetos ao redor do mundo. Eles concluíram que mais de 40% das espécies de insetos estão sofrendo ...

Biólogos encontram novas espécies marinhas bizarras na Tasmânia

Alguns animais não possuem nenhuma identificação científica e outros já conhecidos apresentaram comportamento incomum OFIUROIDES - OPHIUROIDEA (GORGONOCEPHALIDAE SP) - (FOTO: CSIRO) Cientistas descobriram mais de 100 espécies de criaturas marinhas na costa sul da Tasmânia, na Austrália. Além de fascinantes, os bichos são bem diferentes: há lagostas com braços longos, caranguejos com armaduras irregulares e até peixe-bolha. PEIXE-BOLHA (PSYCHROLUTES MARCIDUS) (FOTO: CSIRO) Demorou quatro semanas para que os pesquisadores fizessem um levantamento destes animais. Ainda assim, eles só conseguiram classificar 45 criaturas que habitam os corais da região. OFIUROIDES - OPHIUROIDEA (GORGONOCEPHALIDAE SP) - (FOTO: CSIRO) Segundo o estudo, esse ecossistema enfrenta problemas com atividades humanas, tais como pesca, mineração e mudanças climáticas. Entender o meio ambiente é essencial para saber como estas espécies sobrevivem e como podem ser pr...

Níveis dos mares podem aumentar muito mais rápido do que se esperava

O aquecimento global pode levar a temperatura do planeta a nível semelhante de 125 mil anos atrás, quando os oceanos eram até nove metros mais altos Há 125 mil anos, em um breve período entre eras glaciais, a temperatura era apenas um pouco maior que hoje. O nível do mar, no entanto, era entre seis e nove metros mais alto, deixando submersas muitas áreas que hoje conhecemos como terra firme. Segundo um documento divulgado durante uma reunião da União Geofísica Americana, em Washington, nos Estados Unidos, esse volume de água extra do período Eemiano veio do colapso do manto de gelo no oeste da Antártida. Por ter base abaixo do nível do mar, o aquecimento das águas oceânicas tem forte influência sobre essa parte do manto de gelo, que derrete rapidamente. O problema é que a temperatura global está cada vez mais próxima da de 125 mil anos atrás. “O grande aumento na perda de massa observado na última década ou duas talvez seja o começo desse processo, e não um acontecime...

Nova espécie de cobra é descoberta dentro do estômago de outra

A Cenaspis aenigma foi encontrada em 1976, mas só agora os cientistas concluíram o seu estudo Pesquisadores descobriram uma nova espécie de cobra que estava escondida em um lugar bem incomum: aCenaspis aenigma (ou "misteriosa cobra-jantar") foi encontrada pela primeira vez em 1976, no estômago de outra cobra. Apesar de tanto tempo ter passado, só agora o estudo foi concluído. O espécime   do animal foi localizado já parcialmente digerido dentro de uma cobra coral (Micrurus nigrocinctus), na cidade de Chiapas, no sul do México, pelo coletor de palmito Julio Ornelas-Martínez. Quando os pesquisadores perceberam que se tratava de uma cobra desconhecida, resolveram guardar o exemplar para que fosse estudado depois. Quarenta anos se passaram até que alguém resolvesse olhar a descoberta com mais atenção. A equipe do herpetologista, Jonathan Campbell, da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, concluiu a análise e conseguiu entender melhor a Cenapsis. O resultado...

Infestação de escorpiões desespera famílias no interior de SP e Ministério da Saúde cria 'força-tarefa'

Aumento de incidentes é tão grande que o número de mortos por picadas de escorpião ultrapassou o de picados por cobras A fotógrafa Caroline Ruffo, de 38 anos, moradora de Americana, cidade a 120 km de São Paulo, precisou mudar do bairro Terramérica para se ver livre da infestação de escorpiões em sua casa - em 20 dias, encontrou pelo menos 10 bichos. A técnica em RH Jessika Martins, de 27 anos, que mora no Jardim São Pedro - bem em frente a um tradicional colégio da cidade - encontrou 31 escorpiões em sua casa num período de 15 dias e até o trilho do box do banheiro ela retirou em busca de ninhos do animal. A dona de casa Lúcia Marchesin, de 38 anos, já foi picada duas vezes pelo pequeno aracnídeo, precisando receber soro antiescorpiônico nas duas ocasiões. Os relatos acima mostram um pequeno retrato do aumento dos casos de acidentes envolvendo escorpiões não apenas no interior de São Paulo, mas em todo o Brasil - o que tem levado as famílias ao desespero para te...

A incrível formiga drácula, que tem as mandíbulas mais potentes do mundo animal

A formiga drácula, nome da Mystrium camillae, morde a uma velocidade 5 mil vezes mais rápida que uma picada de olho Imagine uma mordida dada com velocidade de 320 quilômetros por hora. Pois esta é a potência das mandíbulas da formiga drácula, nome popular da Mystrium camillae, um inseto que vive no Sudeste Asiático e na Oceania. Trata-se do movimento animal mais rápido já registrado no planeta. É 5 mil vezes mais rápido do que uma piscada de olhos humanos. "Essa alta velocidade de aceleração dos ataques que cria as forças de alto impacto é necessária para seus comportamentos predatórios e defensivos", escreveu o entomologista Andrew Suarez, professor de biologia animal da Universidade de Illinois, em estudo publicado no periódico científico Royal Society Open Science. "Essas formigas são fascinantes. Suas mandíbulas são muito incomuns." "Mesmo entre formigas que amplificam o alcance de suas mandíbulas, as drácula são únicas: em vez de usar tr...