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4 tratamentos sexuais bizarros que a medicina já recomendou

Envolta em tabus, a sexologia demorou a vingar como ciência. Até lá, rolou muita bizarrice


Cabra-macho

No fim do século 19, o norte-americano John Brinkley ficou famoso por realizar implante de testículos de bode para “resolver” impotência sexual e infertilidade. Parece loucura? Teve homem fazendo fila (e desembolsando US$ 750) depois que um agricultor do Kansas alegou finalmente ter gerado um filho após a cirurgia

Vibrador nelas!

Hoje restrito a sex shops e envolto em muito tabu, o vibrador foi publicamente celebrado quando surgiu, em 1869. Ele aliviou a carga de trabalho dos médicos, que passavam horas massageando o clitóris das pacientes para tratar “histeria” – a “doença” associada a qualquer mulher na época com libido similar à dos homens

Preservativo natural

Segundo registros de 1850 a.C., as egípcias inseriam excremento de crocodilo na vagina como método contraceptivo. Elas acreditavam que a substância matava os espermatozoides. Quase 300 anos depois, passaram a usar tampões de linho molhados com mel. Até meados do século 17, todos os protótipos de camisinha eram de origem animal
Ai, que saco!

Outra proposta dolorida para curar impotência no século 19: estímulos elétricos no pênis. E supostamente dava até pra fazer em casa – bastava adquirir alguns aparelhos de credibilidade duvidosa. O cinto elétrico Heidelberg, por exemplo, era preso na cintura e tinha uma alça peniana que transferia os pulsos até o “gigante adormecido”

FONTES A História da Medicina: Das Primeiras Curas aos Milagres da Medicina Moderna, de Anne Rooney,A Assustadora História da Medicina, de Richard Gordon,Snake Oil Science: The Truth about Complementary and Alternative Medicine, de R. Barker Bausell,New Guide to Medicine and Drugs, da British Medical Association,Strange Medicine: A Shocking History of Real Medical Practices Through the Ages, de Nathan Belofsky, eWhy You Should Store Your Farts in a Jar, de David Haviland


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