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A Universidade de Neurociência de Utah, nos Estados Unidos, publicou em 2013 um vídeo no YouTube de um cérebro recém retirado de uma autopsia.



Segundo a instituição, a proposta foi aumentar o acesso e entendimento dos alunos a cérebros "frescos", visto que muitos laboratórios de ensino apenas possuem órgãos preservados, modelos artificiais e imagens.

"Estudantes tendem a pensar na consistência do cérebro como uma bola de borracha", disse Suzanne Stensaas, professora e neuroanatomista. "Todavia, se você é um cirurgião de trauma ou neurocirurgião, você perecebe que o cérebro é bem macio, e mais vulnerável do que parece."

Para exemplificar, Stensaas falou que o cérebro é muito mais macio e suave que a carne que encontramos no mercado.
podem ter sido encontrados no cérebro — e isso muda tudo

A faculdade ainda declarou que a intenção do vídeo foi "ressaltar a vulnerabilidade do cérebro para destacar a importância de usar capacetes, cintos de segurança e de cuidar do órgão".

O cérebro mostrado pesa 1,4 kg e pertenceu a uma pessoa que morreu de complicações de transplante de células. A análise e autopsia só foram possíveis porque a pessoa doou seu corpo para a ciência.





Via galileu

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